Os gregos desenvolveram uma rica mitologia, referência até os dias de hoje. Criaram vários mitos, muitos com o intuito de passar mensagens para as pessoas e preservar a memória histórica do povo. A imaginação fértil permitiu o surgimento de personagens e figuras mitológicas das mais diversas, como sereia, górgona (medusa), centauro (metade homem e metade cavalo), dentre outros.
A indumentária grega se destacou pelos seus elaborados e marcantes drapeados. Não havia um caráter erótico ligado às roupas, mas sim uma grande preocupação estética. A peça mais característica de sua indumentária era uma túnica feita com um grande retângulo de tecido. Era colocada no corpo presa sobre os ombros e embaixo dos braços, sendo uma das laterais fechada e a outra aberta, pendendo em cascata. No ombro era preso por broches (Fíbula) e alfinetes e na cintura por cintos e cordões. O linho era o tecido mais usado, seguido pela lã. Os pés estavam quase sempre descalços, mas quando havia calçados, eram as sandálias presas por tiras nos pés e pernas.
A respeito das cores, a túnica era comumente tingida e usada colorida, ao contrário do que muitos pensam. O único lugar em que era obrigatório usar branco era o teatro, que por ser considerado sagrado, exigia um tom de pureza. Com o passar do tempo, esta peça evoluiu de um único retângulo para duas partes costuradas, por vezes com manga. Em complementação à ela os gregos usavam mantos. Para os homens havia a uma capa curta, feita de lã grossa que era a capa militar; e outra, roupa civil, mais ampla e usada em dias frios. O manto das mulheres era bem comprido, chegando aos pés.
Para os homens era comum o uso de barbas, porém para os mais velhos, uma vez que os jovens as raspavam. Os cabelos eram comumente usados curtos. As mulheres os usavam soltos e era comum a amarra- ção com fitas ou com o Chinó, que era uma espécie de suporte que prendia o cabelo na nuca. As jóias também eram muito usadas por elas: braceletes, colares, brincos, anéis, alfinetes, broches e diademas.
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